O policial, que faz parte do Batalhão Policial Rodoviário, se rendeu após quase três horas. Moradores relataram que ele efetuou vários disparos em direção à rua
Um policial militar de 32 anos efetuou vários disparos em direção à rua, em Vicente Pires, após um suposto surto. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o caso ocorreu por volta das 12h30 desta sexta-feira (2/3), no segundo andar de um prédio na Rua 12. Após os tiros, o homem, identificado como Silvio Costa Pereira, se trancou em um dos quartos do apartamento, ainda armado, onde permaneceu até se render, por volta das 15h10. Ninguém se feriu.
Um policial militar de 32 anos efetuou vários disparos em direção à rua, em Vicente Pires, após um suposto surto. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o caso ocorreu por volta das 12h30 desta sexta-feira (2/3), no segundo andar de um prédio na Rua 12. Após os tiros, o homem, identificado como Silvio Costa Pereira, se trancou em um dos quartos do apartamento, ainda armado, onde permaneceu até se render, por volta das 15h10. Ninguém se feriu.
Segundo o Correio Braziliense, a policial faz parte do Batalhão Policial Rodoviário (BPRv), da última turma da corporação, de 2014. De acordo com a PM, ele consumiu bebida alcoólica e recebeu a ligação de um parente. Aparentemente os dois discutiram e depois disso, o policial teria surtado.
Depois que se trancou no cômodo, ele solicitou que o comandante do grupo fosse até o lugar para conversar. Por questões de segurança, policiais militares isolaram a rua e, com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), negociaram a rendição do homem.
Após se entregar, os militares escoltaram o policial até uma ambulância do Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF). Embora não esteja ferido, ele foi levado a um hospital. O segundo andar do prédio, de onde partiram os tiros, ficou isolado para que a perícia fosse realizada. O policial deve passar por exames psicológicos para apontar a causa do suposto surto.
Depois de ser liberado do hospital, Silvio Costa deve ser levado para a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) e depois à Corregedoria da PMDF. Por enquanto, ele será afastado das funções e, posteriormente, passará por exames para atestar se ele terá condições de voltar a trabalhar", informou o major Joel Santos, comandante do 17° Batalhão da PMDF, que atua em Vicente Pires.
"Ninguém sabia de onde vinham os tiros"
Policiais afirmaram que, após disparar, o homem tirou as calças que vestia e ficou só de bermuda. Ele foi visto da janela, colocando a peça de roupa no ombro. A namorada dele, que estava no local no momento do incidente, permaneceu no prédio, mas deixou o imóvel. Na rua, policiais e moradores relataram ter visto marcas de ao menos um tiro em um carro que estava estacionado no local. Não há relatos de feridos.
O subsíndico do prédio, Antônio José da Silva, contou que os tiros foram realizados de dentro do apartamento em direção à rua. Ele afirma que não conhece o PM, mas escutou os barulhos dos disparos e saiu de casa para ver o que estava acontecendo. "Ninguém sabia de onde vinham os tiros. Recolhi as crianças que estavam brincando e me escondi", comentou. Segundo Antônio, foram mais de 20 disparos. No prédio são 16 apartamentos e atrás dele há um condomínio.
Um morador do prédio, que preferiu não se identificar, conta que acordou com o barulho dos disparos. "Fiquei muito assustado, estava com a minha avó e orientaram a gente a ficar dentro do apartamento. Moro no primeiro andar. É uma situação desesperadora", lamenta. Além dos moradores, os comerciantes relataram o incômodo que a situação causou, porque as lojas precisaram ficar fechadas. "A gente perdeu o dia e não seremos ressarcidos pelo prejuízo", comenta uma cabeleireira que não quis ter o nome divulgado.
Depois que se trancou no cômodo, ele solicitou que o comandante do grupo fosse até o lugar para conversar. Por questões de segurança, policiais militares isolaram a rua e, com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), negociaram a rendição do homem.
Após se entregar, os militares escoltaram o policial até uma ambulância do Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF). Embora não esteja ferido, ele foi levado a um hospital. O segundo andar do prédio, de onde partiram os tiros, ficou isolado para que a perícia fosse realizada. O policial deve passar por exames psicológicos para apontar a causa do suposto surto.
Depois de ser liberado do hospital, Silvio Costa deve ser levado para a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) e depois à Corregedoria da PMDF. Por enquanto, ele será afastado das funções e, posteriormente, passará por exames para atestar se ele terá condições de voltar a trabalhar", informou o major Joel Santos, comandante do 17° Batalhão da PMDF, que atua em Vicente Pires.
"Ninguém sabia de onde vinham os tiros"
Policiais afirmaram que, após disparar, o homem tirou as calças que vestia e ficou só de bermuda. Ele foi visto da janela, colocando a peça de roupa no ombro. A namorada dele, que estava no local no momento do incidente, permaneceu no prédio, mas deixou o imóvel. Na rua, policiais e moradores relataram ter visto marcas de ao menos um tiro em um carro que estava estacionado no local. Não há relatos de feridos.
O subsíndico do prédio, Antônio José da Silva, contou que os tiros foram realizados de dentro do apartamento em direção à rua. Ele afirma que não conhece o PM, mas escutou os barulhos dos disparos e saiu de casa para ver o que estava acontecendo. "Ninguém sabia de onde vinham os tiros. Recolhi as crianças que estavam brincando e me escondi", comentou. Segundo Antônio, foram mais de 20 disparos. No prédio são 16 apartamentos e atrás dele há um condomínio.
Um morador do prédio, que preferiu não se identificar, conta que acordou com o barulho dos disparos. "Fiquei muito assustado, estava com a minha avó e orientaram a gente a ficar dentro do apartamento. Moro no primeiro andar. É uma situação desesperadora", lamenta. Além dos moradores, os comerciantes relataram o incômodo que a situação causou, porque as lojas precisaram ficar fechadas. "A gente perdeu o dia e não seremos ressarcidos pelo prejuízo", comenta uma cabeleireira que não quis ter o nome divulgado.
