Pré-candidato diz que há ambiente de muita fofoca; há quatro dias Ciro admitiu incluir PP e os democratas em sua chapa
O pré-candidato ao Planalto Ciro Gomes (PDT) negou, nesta terça-feira, que tenha em andamento negociação de aliança com o DEM e disse que mantém conversas apenas com o PSB. De acordo com Ciro, a prioridade nas conversas com os socialistas se explica pela ausência de presidenciável pelo partido, após o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa desistir de concorrer na eleição.
Na última sexta, porém, em agenda em Buenos Aires, o pedetista admitiu incluir DEM e PP em uma chapa para sua candidatura:
— Não há negociações [com o DEM ou Rodrigo Maia]. Há um ambiente de muita fofoca e em cima das fofocas, que não são da imprensa mas do próprio mundo político, muita intriga — disse o pré-candidato, após falar de suas propostas de campanha em evento na sede da Força Sindical, na capital paulista.
De acordo com O Globo, Ciro disse que "não tem aliança nem negociação com ninguém", mas afirma se preparar para gerir um projeto "sustentado por amplas forças do centro à esquerda" e por isso não recusa distintos apoios.
— Quem o povo eleger [para o Congresso] será com quem eu negociarei — avaliou.
Na sexta-feira, Ciro sugeriu que PP e DEM possuem menos "hegemonia moral e intelectual" que PSB e PC do B em evento em Buenos Aires. A declaração causou mal estar. O deputado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e dirigente da Força Sindical, disse considerar a declaração "muito ofensiva”. Cid Gomes, irmão e coordenador político da campanha tentou minimizar chamando a declaração de "mal-entendido."
Após o término da palestra, Ciro também tentou minimizar o episódio. Ao ser questionado sobre as reações do presidente da central sindical em que estava, Ciro negou qualquer "mal estar" com qualquer político e evitou o assunto encerrando a conversa. Paulinho da Força não foi ao evento.
O pré-candidato do PDT e Paulinho são velhos conhecidos. Não foi a primeira vez que a relação dos dois sofreu abalos. O sindicalista foi vice de Ciro ao Planalto em 2002. Nos bastidores, aliados dizem que a chapa com o sindicalista prejudicou sua candidatura e provocou desgaste em razão de uma série de denúncia que surgiram contra Paulinho.
Na última sexta, porém, em agenda em Buenos Aires, o pedetista admitiu incluir DEM e PP em uma chapa para sua candidatura:
— Não há negociações [com o DEM ou Rodrigo Maia]. Há um ambiente de muita fofoca e em cima das fofocas, que não são da imprensa mas do próprio mundo político, muita intriga — disse o pré-candidato, após falar de suas propostas de campanha em evento na sede da Força Sindical, na capital paulista.
De acordo com O Globo, Ciro disse que "não tem aliança nem negociação com ninguém", mas afirma se preparar para gerir um projeto "sustentado por amplas forças do centro à esquerda" e por isso não recusa distintos apoios.
— Quem o povo eleger [para o Congresso] será com quem eu negociarei — avaliou.
Na sexta-feira, Ciro sugeriu que PP e DEM possuem menos "hegemonia moral e intelectual" que PSB e PC do B em evento em Buenos Aires. A declaração causou mal estar. O deputado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e dirigente da Força Sindical, disse considerar a declaração "muito ofensiva”. Cid Gomes, irmão e coordenador político da campanha tentou minimizar chamando a declaração de "mal-entendido."
Após o término da palestra, Ciro também tentou minimizar o episódio. Ao ser questionado sobre as reações do presidente da central sindical em que estava, Ciro negou qualquer "mal estar" com qualquer político e evitou o assunto encerrando a conversa. Paulinho da Força não foi ao evento.
O pré-candidato do PDT e Paulinho são velhos conhecidos. Não foi a primeira vez que a relação dos dois sofreu abalos. O sindicalista foi vice de Ciro ao Planalto em 2002. Nos bastidores, aliados dizem que a chapa com o sindicalista prejudicou sua candidatura e provocou desgaste em razão de uma série de denúncia que surgiram contra Paulinho.
