A vereadora Geusa Ribeiro, presidente da Câmara de Cabedelo, não imaginava no que estava se metendo quando concebeu, ao lado de Eudes Souza, o Projeto de Resolução n.º 010/2018, que tentou formar a Mesa Diretora da Casa para o biênio 2019-2020 manipulando o plenário do parlamento.
Depois de ver a Justiça cabedelense se posicionar contra os resultados da sessão ordinária do dia 27 de novembro e a reafirmação do mesmo juízo concedendo ao prefeito Vítor Hugo o direito à recondução da interinidade do Poder Executivo local, agora sofre o 'golpe de misericórdia'.
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Em decisão proferida nesta terça-feira (11), a Justiça obriga a mandatária da Poder Legislativo cabedelense a colocar em pauta o requerimento que pede a anulação da resolução que nomeou toda a Mesa para o próximo biênio, na qual seguiria como presidente, adquirindo, assim, o direito de assumir a prefeitura a partir do dia 1º de janeiro.
Apresentado pelos vereadores em plenário na última sessão, em caráter de 'Urgência urgentíssima', o requerimento foi barrado pela presidente, que sequer aceitou o seu recebimento.
Agora, depois da decisão judicial, Geusa é obrigada a colocar em votação e obedecer a soberania do plenário, que já deu o indicativo de derrubada da matéria.
CONFIRA A DECISÃO:
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