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"Se Jair me disser que o traí, terá que dizer em quê, porque até hoje só o servi", dispara Julian Lemos

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

/ por News Paraíba

A crise no PSL chegou nesta manhã ao grupo de WhatsApp de deputados da sigla, com parlamentares trocando acusações sobre quem traiu ou não Bolsonaro.

Os congressistas se dividiram após Bibo Nunes, do Rio Grande do Sul, publicar a notícia de operações na casa do presidente da legenda, Luciano Bivar.

Segundo o Epoca, o deputado também compartilhou informação dada pela coluna sobre os sete deputados e o senador que Jair Bolsonaro considera traidores.

A lista inclui Felipe Francischini e Julian Lemos.

Diante da notícia, Lemos reagiu:

"Bibo, traidor é a puta que pariu! Se eu for um traidor, todos são, minha honra será mantida e preservada. Essa matéria é coisa de covarde que trabalha nas sombras, nada como um dia atrás do outro, tenho a paz dos justos comigo.".

Felipe Francischini, para endossar Lemos, disse:

"Chegamos aonde estamos por covardia de alguns.

Agem nas sombras e não honram as calças que vestem. Aqui não."

Alê Silva, a deputada que acusou o ministro do Turismo de ameaçá-la de morte, respondeu, sem deixar claro a quem se referia:

"Sim, a exemplo de alguém que sentou ao lado de um presidente de comissão e pediu a minha cabeça no meio de uma reunião, ao vivo e a cores para o Brasil inteiro ver. O Brasil foi testemunha dessa covardia".

Pouco depois, Francischini saiu do grupo.

"Se Jair me disser que o traí, terá que dizer em quê, porque até hoje só o servi", continuou Lemos.  "Ser chamado de traidor é canalhice. Isso é fruto de mente doentia."
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