A gestão do atual procurador-geral da República Augusto Aras deu início a um pente-fino nos gastos das forças-tarefas do Ministério Público Federal, incluindo as da Lava-Jato, para verificar a eficiência dos grupos e analisar uma eventual redistribuição dos recursos.
Segundo O Globo, a ideia principal é analisar a estrutura das atuais forças-tarefas, para determinar quais delas precisam de reforço de recursos e de pessoal. O trabalho pode impactar diretamente na força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba, já que ela é a maior em gastos e estrutura — segundo dados da própria PGR, há cerca de 70 servidores dedicados a essa força-tarefa, incluindo cerca de 15 procuradores. Caso seja constatada na correição que a estrutura está inflada diante do atual volume de trabalho, pode haver uma diminuição.
O trabalho será tocado pela Corregedoria do Ministério Público Federal, que instalou uma comissão para realizar uma "correição extraordinária" no funcionamento das forças-tarefas. Serão avaliados itens como "eficiência" e "pontualidade". A comissão terá duração de 60 dias.
A correição foi instaurada pela corregedora do MPF, a subprocuradora Elizeta Maria de Paiva Ramos, nome de confiança de Aras. Embora a corregedoria seja um órgão independente e o nome de Elizeta tenha sido aprovado no Conselho Superior, sua candidatura teve o apoio de Aras.
Na portaria que instaurou a correição, a subprocuradora determinou que o objetivo é "apurar a regularidade do serviço, a eficiência, a pontualidade dos membros do Ministério Público Federal no exercício de suas funções, o cumprimento das obrigações legais, o uso e necessidade de recursos e estruturas administrativas, bem como levantar as dificuldades e necessidades das Forças-Tarefas, com objetivo de apresentar sugestões a serem encaminhadas aos órgãos superiores do Ministério Público Federal".
O resultado dos trabalhos será enviado para a 2ª Câmara e para a 5ª Câmara do MPF, órgãos superiores de coordenação das áreas criminais e de combate à corrupção, para que analisem o assunto. A gestão de Aras também estuda criar uma coordenação, em Brasília, para dar apoio operacional e de pessoal a todas as forças-tarefas pelo país.
Essa comissão será presidida pela procuradora regional Raquel Branquinho e contará com atuação do procurador regional José Alfredo --ambos atuaram no grupo de trabalho da Lava-Jato na PGR durante a gestão de Raquel Dodge.
Segundo O Globo, a ideia principal é analisar a estrutura das atuais forças-tarefas, para determinar quais delas precisam de reforço de recursos e de pessoal. O trabalho pode impactar diretamente na força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba, já que ela é a maior em gastos e estrutura — segundo dados da própria PGR, há cerca de 70 servidores dedicados a essa força-tarefa, incluindo cerca de 15 procuradores. Caso seja constatada na correição que a estrutura está inflada diante do atual volume de trabalho, pode haver uma diminuição.
O trabalho será tocado pela Corregedoria do Ministério Público Federal, que instalou uma comissão para realizar uma "correição extraordinária" no funcionamento das forças-tarefas. Serão avaliados itens como "eficiência" e "pontualidade". A comissão terá duração de 60 dias.
A correição foi instaurada pela corregedora do MPF, a subprocuradora Elizeta Maria de Paiva Ramos, nome de confiança de Aras. Embora a corregedoria seja um órgão independente e o nome de Elizeta tenha sido aprovado no Conselho Superior, sua candidatura teve o apoio de Aras.
Na portaria que instaurou a correição, a subprocuradora determinou que o objetivo é "apurar a regularidade do serviço, a eficiência, a pontualidade dos membros do Ministério Público Federal no exercício de suas funções, o cumprimento das obrigações legais, o uso e necessidade de recursos e estruturas administrativas, bem como levantar as dificuldades e necessidades das Forças-Tarefas, com objetivo de apresentar sugestões a serem encaminhadas aos órgãos superiores do Ministério Público Federal".
O resultado dos trabalhos será enviado para a 2ª Câmara e para a 5ª Câmara do MPF, órgãos superiores de coordenação das áreas criminais e de combate à corrupção, para que analisem o assunto. A gestão de Aras também estuda criar uma coordenação, em Brasília, para dar apoio operacional e de pessoal a todas as forças-tarefas pelo país.
Essa comissão será presidida pela procuradora regional Raquel Branquinho e contará com atuação do procurador regional José Alfredo --ambos atuaram no grupo de trabalho da Lava-Jato na PGR durante a gestão de Raquel Dodge.
