Uma das responsáveis pelo pedido de impeachment que tirou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) do poder, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou neste sábado (21) que não há elementos jurídicos para um pedido de mesmo teor contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
"Digo, sem medo de errar, que não há elementos para impeachment. Não digo isso para que ele fique sossegado e insista nos erros. Digo, pois estão tentando criar uma situação que, juridicamente, não se sustenta. Bolsonaro não cometeu crime de responsabilidade!", afirmou no Twitter.
"Digo, sem medo de errar, que não há elementos para impeachment. Não digo isso para que ele fique sossegado e insista nos erros. Digo, pois estão tentando criar uma situação que, juridicamente, não se sustenta. Bolsonaro não cometeu crime de responsabilidade!", afirmou no Twitter.
O comentário sobre impeachment foi feito em uma série de tweets em que a advogada que foi cotada para assumir a vice-presidência na chapa com Bolsonaro tratou das investigações contra o filho mais velho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ).
Segundo o Congresso em Foco, nesta quarta-feira (18), a polícia cumpriu uma série de mandados de busca e apreensão na investigação sobre lavagem de dinheiro e peculato envolvendo Flávio quando ele era deputado estadual. A suspeita é de que havia um esquema de "rachadinha" no gabinete, ou seja, apropriação de parte do salário dos assessores, além de funcionários fantasmas.
De acordo com Janaina, o militar "vai precisar de ajuda para entender que seu filho vai ter que enfrentar as investigações, como todos os demais deputados da lista da Alerj" – ontem (20), Bolsonaro citou outras investigações de deputados estaduais, quando questionado sobre a inocência de Flávio.
Segundo o Congresso em Foco, nesta quarta-feira (18), a polícia cumpriu uma série de mandados de busca e apreensão na investigação sobre lavagem de dinheiro e peculato envolvendo Flávio quando ele era deputado estadual. A suspeita é de que havia um esquema de "rachadinha" no gabinete, ou seja, apropriação de parte do salário dos assessores, além de funcionários fantasmas.
De acordo com Janaina, o militar "vai precisar de ajuda para entender que seu filho vai ter que enfrentar as investigações, como todos os demais deputados da lista da Alerj" – ontem (20), Bolsonaro citou outras investigações de deputados estaduais, quando questionado sobre a inocência de Flávio.
A deputada mais votada da história do Brasil disse também que Bolsonaro não poderia tratar os jornalistas da forma como tratou ontem, em uma entrevista tensa. Na ocasião, ele chegou a dizer a um repórter que ele tinha uma "cara de homossexual terrível".
"O Presidente não deveria ter falado com os jornalistas como falou. O Presidente não deveria ter falado aos jornalistas o que falou. Foi feio! Quero muito que aqueles que estão ao lado do Presidente entendam que não ajudam instigando esse estilo dele. Só o afundam!", afirmou na rede social.
"O Presidente não deveria ter falado com os jornalistas como falou. O Presidente não deveria ter falado aos jornalistas o que falou. Foi feio! Quero muito que aqueles que estão ao lado do Presidente entendam que não ajudam instigando esse estilo dele. Só o afundam!", afirmou na rede social.
