O ex-senador Ney Suassuna e seu filho Fabrício Suassuna aparecem como envolvidos no suposto esquema investigado pela Operação Calvário, que teria desviado recursos de organizações sociais que atuam no estado.
De acordo com a medida cautelar, assinada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, Fabrício tinha conhecimento do suposto esquema criminoso existente entre Ricardo Coutinho e Daniel Gomes, e teria participado da suposta primeira tratativa de desvio de verbas públicas ocorridas entre os dois, ainda na campanha eleitoral de 2010 para o governo do estado.
Segundo o Paraíba.com, as informações foram repassadas à Justiça pelo próprio Daniel Gomes, durante delação premiada.
Ainda segundo Daniel Gomes, uma parcela da propina supostamente paga a Ney Suassuna era repassada mediante simulação de pagamentos a empresas indicadas por Fabrício Suassuna, as quais emitiam notas fiscais descrevendo diversos serviço jamais prestados.
De acordo com a medida cautelar, assinada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, Fabrício tinha conhecimento do suposto esquema criminoso existente entre Ricardo Coutinho e Daniel Gomes, e teria participado da suposta primeira tratativa de desvio de verbas públicas ocorridas entre os dois, ainda na campanha eleitoral de 2010 para o governo do estado.
Segundo o Paraíba.com, as informações foram repassadas à Justiça pelo próprio Daniel Gomes, durante delação premiada.
Ainda segundo Daniel Gomes, uma parcela da propina supostamente paga a Ney Suassuna era repassada mediante simulação de pagamentos a empresas indicadas por Fabrício Suassuna, as quais emitiam notas fiscais descrevendo diversos serviço jamais prestados.
